quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Seis dicas para ser uma pessoa mais confiante

Sabia que as pessoas que são ou fingem ser confiantes são mais valorizadas? Admirações alheias à parte, fizemos esse post com dicas para ajuda-los à serem uma pessoa mais confiante.
Não é muito difícil de imaginar que a confiança (ou falta dela) está na base de tudo que fazemos. Ser confiante nos ajuda não só a superar os objetivos traçados, como a sermos mais valorizados por quem importa. Por esses e outros motivos, o site Pick The Brain (dedicado a conteúdos de autoaperfeiçoamento e motivação) reuniu uma lista de sugestões para que a barra de energia da sua confiança fique sempre carregada.

1. Seja menos crítico com si mesmo.
Uma das coisas mais fáceis de encontrar será, muito provavelmente, pessoas muito duras come elas mesmo, que ao mínimo deslize questionam não só as decisões tomadas, mas também as bases da sua personalidade. Como falhar é inevitável na vida, aqui fica uma dica: seja menos crítico, dê a si mesmo uma oportunidade. Um estudo divulgado na publicação acadêmica SAGE mostra que o fato de as pessoas terem compaixão por si próprias numa altura em que confiança é diminuta (depois de cometerem um erro) é meio caminho andado para encontrar motivação. A estratégia em causa provou-se mais eficiente do que recorrer a afirmações positivas ou as memórias felizes.
2. Mude de postura
Não é segredo para ninguém que a linguagem corporal diz muito sobre nós, sobretudo se somos ou não confiantes: se uma pessoa andar curvada ou cruzar os braços com frequência é provável não tenha muita confiança. Outra pesquisa, desta vez disponibilizada na Wiley Online Library, diz que as pessoas que assumem uma postura mais confiante no decorrer de uma atividade sentem-se, de fato, mais confiantes.

3. Crie um alter-ego
Até lutadores de artes marciais são desafiados a superar o medo, pelo que precisam de um reforço de confiança. E como fazem? Criando alter-egos fantasiosos. Isto foi o que descobriu um grupo de sociólogos: durante dois anos fizeram mais de 100 entrevistas e analisaram os medos dos lutadores e a forma como eles agiam. Um dos lutadores chegou a comentar que imaginava a luta como um vídeo-game com barras de energia, sendo que a dele era inesgotável — “É como se eu estivesse no modo invencível”. O desafio do site Pick The Brain é, então, o de criar uma personagem ficcional quando se encontrar numa situação em que os nervos estejam à flor da pele.
4. Convença-se de que é uma pessoa confiante
Um estudo recente vem mostrar que ao enganar-se e convencer-se de que é confiante, os outros vão realmente vê-lo como uma pessoa confiante. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que, quem é confiante em demasia tende a ser sobrestimado pelos outros e vice-versa — a arte de fingir que é confiante pode, então, ajudar a equilibrar a balança das apreciações, até porque as descobertas citadas sugerem que as pessoas nem sempre recompensam os indivíduos mais eficientes, antes os que fingem ser confiantes. A ideia é fazer o uso correto desta observação.
5. Faça exercício físico
Achou que ia escapar desta recomendação? Pois bem, não é preciso recorrer à ciência para perceber que trabalhar o corpo é uma forma de garantir autoconfiança, uma vez que à medida que os exercícios físicos se multiplicam na agenda social, mais contentes ficamos com a nossa imagem externa, pelo que o autor do artigo publicado no Pick The Brain sugere pelo menos 10 minutos de treino por dia.

6. Não conte os seus objetivos a ninguém
Concretizar os objetivos que definiu a médio ou longo prazo é uma das consequências ideais para estimular a autoconfiança. Mas guarde para si esses sonhos, se assim os podermos considerar, enquanto não cruzar a meta. De acordo com esta pesquisa, as pessoas que revelavam os seus objetivos para os outros perdiam motivação para os concretizar. De inicio, a afirmação pode parecer estranha, mas é sempre uma forma eficiente de evitar os pessimistas capazes de nos desencorajar.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

 Shorts e praia, Todo Homem Curte!

Verão, férias, hora de ir a praia, mas o que usar?

Este ano dificilmente encontraremos os rapazes mais antenados andando de sunga pela praia. Estão praticamente todos envolvidos pela tendência dos shorts estampados. Seja com estampas de frutas, âncoras, flores, folhas, os shorts estão lá. Antes usado apenas pelos mais tímidos, hoje é hit entre os homens estilosos.


Os shorts já estão presentes em várias lojas, alem de estiloso é uma ótima pedida para enfrentar o calor do verão, mas também é muito perigoso e fácil de errar. 

Qual cuidado devo tomar ?
Para nós aqui do Estilo Crispim, o mais importante é o cuidado com o comprimento: para coxas finas e pernas curtas é interessante shorts um pouco maior, que terminem na altura do joelho para dar a ótica de mais massa e maior estatura.

Já para quem tem coxas grossas  escolha um short  mais larguinho, que não pegue na coxa, a lateral maior (tipo sungão) tendem a criar uma impressão de volume nas coxas, proporcionando mais conforto também. A ideia é não aumentar ainda mais uma região que já é grande, então tudo que for muito justo, com muito volume ou excesso de tecido não vai ajudar. O ideal também, é não usar shorts MUITO curto, por mais que seja tendência o bom senso é sempre melhor.

Onde encontrar: Shorts.co

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O estilo das novas tribos urbanas

Tem os bonés dos swaggers, as barbas dos lumberssexuais, os gêneros musicais muito particulares dos hipsters. Afinal, que tipo de homem é você? Descubra aqui os estilos das novas tribos urbanas.
Sabemos que a informação no que diz às tribos urbanas do universo masculino tem sido muito densa. A cada dia surge um novo estilo, um novo rótulo ou será que podemos chamar de tendências ?  Um homem tem barriga e ganha logo um rotulo, um homem passa o dia na academia e logo a seguir já ganha outro. Foi por isso – para o ajudar a entender e conhecer os estilos de homem andam por aí – que reunimos as últimas tendências.



Há uma palavra riscada no dicionário dos hipsters: “mainstream”. E mesmo assim é capaz de ser o estilo que encaixa na maior parte destes rapazes, embora nem todos tenham coragem de fazer aquela pequena dobra na barra das calças chino justas. Nunca vai ver um hipster com headphone ouvindo Ed Sheeran ou a cantarolar o último sucesso do James Bay. O ideal mesmo é tudo o que é alternativo, pouco famoso e que conquista poucos likes nas redes sociais. Os hipsters sabem de cor as letras que o Eddie Vedder canta no álbum “Into the Wild”. Têm uma grande tendência para publicar os instrumentais do DJ Koze no Facebook e para pôr Disclosure pra tocar nas festas com os amigos. Também ouvem Drake, mas a Hotline Bling só passa quando o Spotify está em “sessão privada” porque já está a popularizar-se demais para o gosto deles.

Os hipsters vão a lugares indie. Se quisessem tatuar uma palavra no pulso ou na lateral do dedo, seria: “indie”. Gostam de lugares com decoração muito alternativa, como um piano ao lado de uma mesa de ping pong, livros espalhados pelas mesas e “fairy lights” pendurados em cima de espelhos com moldura de madeira pintada de branco. Se houver um saxofone antigo pendurado ali perto e muita gente com óculos de armação grandes, pretos, também não é má ideia. Tudo muito vintage, até as fotografias que publicam no Instagram com aqueles filtros próximos do sépia. E quando vão ao cinema, a conclusão é sempre a mesma: os livros são melhores que os filmes.


Barba aparada, mas sem tirar o volume? Camisa de flanela? Estuda Engenharia Agrónoma? Confere, você está perante um lumberssexual. Frequentemente chamados de “agrobetos” ou “normcore”, os lumberssexuais usam botas de couro camel, gorro tricotado e camisas interiores  combinando com um dos quadrados da camisa sobreposta. Depois da moda dos metrossexuais (já lá vamos), o surgimento dos lumberssexuais marcou para muitos – e muitas – a volta dos “machões”, da testosterona, dos “homens com H maiúsculo”: têm um ar rústico, selvagem e masculino, combinando com a tatuagem de um urso na batata da perna direita, de rosas cobrindo o braço inteiro ou de um leão no meio do peito. Isto no caso dos amantes do “rock” que ouvem Queens of the Stone Age, Pearl Jam e Pink Floyd. Depois também tem aqueles mais folk, mais amantes da lã e de um Bob Dylan tocando enquanto pesquisam por motos na Internet.

Na hora de escolher um destino de férias , o lumberssexual vai para onde o vento o levar. Literalmente. A natureza é que manda: pega numa sacola de linho, veste as calças com um cinto de couro, segura uns óculos de estilo aviador no primeiro botão da camisa e compra passagem para um destino onde o ar livre é quem mais ordene. Mas não esquece, porém, o iPhone nem um computador da apple: é que, estilos à parte, o machão representado com um machado na mão não deixa de ser um menino da cidade. Só que entra no escritório como se tivesse saído da gruta com vontade de comer um bom bife.



Para entender melhor o estilo de um homem metrossexual tem que abrir a sua agenda. Segunda-feira: entrar no Instagram do Mariano Di Vaio e ver que ele decidiu usar. Terça-feira: fazer a depilação a cera na esteticista porque vai sair e nunca se sabe onde é que a noite vai acabar. Quarta-feira: comprar uma peça de roupa nova para combinar com os sapatos adquiridos na semana passada. Ou vice-versa. Quinta-feira: dia do descanso. Que é basicamente,  chegar do trabalho, tomar um banho com esfoliante corporal  e depois hidratar a pele e aproveitar para fazer as unhas. Sexta-feira: é noitada. Tem que encontrar um lugar “fancy” com música pop e pessoas bem vestidas. Tem cheiro de Hugo Boss The Scent por todo o lado. Tem que ter homens com sapatos no estilo italiano, mulheres elegantes com jóias ou réplicas de primeira linha. Ou pelo menos boas imitações de todas estas marcas.

Os metrossexuais são os Ken da vida real (alguns amigos chamam de susi, quase barbie). São tão “Ken” que as mulheres e homens com quem andam têm de se esforçar para chegar aos calcanhares de uma Barbie à sua altura. Os metrossexuais são o príncipe loiro dos contos da Disney. Cabelo tingidos, talvez, mas impecavelmente preparado depois de fazer as sobrancelhas de acordo com as regras das revistas. E porque algumas pessoas caem aos pés destes homens (cuidado, não pise nos sapatos, foram comprados recentemente)? Porque debaixo de todas peças da Prada, sapatos Givenchy e relógio Gant, tem uma pele suave, um corpo tonificado e bem definido, resultado de todo aquele tempo correndo na esteira da academia. Sem nenhum pelo em nenhuma parte do corpo.


Podia ser o Johnny Bravo, mas não é. É aquele rapaz que entra na academia, pega o peso e faz alguns sons de fadiga com a boca para conquistar a atenção dos outros atletas e garantir que os abdominais são bem notados. Em seguida vai para frente do espelho e tira uma selfie enquanto contrai os músculos do abdômen. Posta no Instagram com dezenas de tags (#gym #body #effort #likeaman, etc.) e a descrição “no pain no gain”. E ainda compartilha no Facebook com um sorriso de um “brofist” e com os bíceps contraídos. Este é um spornossexual, que anda com amigos com corpo semelhante à Chris Hemsworth, sabe de cor todos os filmes da saga “Velozes e furiosos” e o artista favorito é capaz de ser o Pitbull. Publica música nas redes sociais e usa a descrição “TOP!”. Sempre.

O spornossexual é uma espécie de variante dos metrossexuais. Porque olha pelo corpo e não tem vergonha de o exibir: ele investe nos músculos e na beleza física. E não é que mentalmente não tenha conteúdo: simplesmente prefere se dedicar em ter pernas bem definidas. Quando sai à noite com uma t-shirt de algodão com decote em V muito justa, o drinque que escolhe: vitamina de clara de ovo com leite e granola. É a receita ideal para potenciar as horas intermináveis que passou na academia durante a tarde.



Está vendo aquele aquele quadrado preto que este muppie tem na mão? É um iPhone da Apple. Aliás, essa é também a marca do computador do rapaz. E do mouse e do primeiro MP3 (ipod) que recebeu no Natal em 2006. Todas as roupas que veste são da mesma marca. E só não são Apple porque a empresa ainda não se meteu nas confecções de roupas. Eis a primeira característica de um muppie: fiéis a determinadas marcas e tem necessidade em renovar constantemente seus aparelhos tecnológico. Ouvem Kendrick Lamar e Jay Z. Copiam todos os estilos americanos. A cidade da vida deles é Nova Iorque. E apesar de terem uma boa licenciatura em Arquitetura querem trabalhar num bom estúdio em Londres, acham que têm um talento que não está sendo devidamente aproveitado.

É por isso, em busca de realizar um sonho, que um dia podem largar tudo e abrir uma start-up. Não é que não estivessem estáveis na vida que tinham antes, mas todas aquelas citações em inglês que dia sim, dia não, publicas no Twitter os inspiraram. E têm quase a certeza que há muito mais à sua espera para além da rotina que levam. E dos cafés quinta-feira no Starbucks. E das lojas de compras online por onde vagueiam antes de ir dormir, depois de ver Gotham no Netflix. São vencedores que o mundo ainda não exaltou, são heróis que ainda não tiveram tempo para brilhar. Por isso, vão calçar os Vans, pegar na coleção de revistas da Marvel e depois vão encontrar o “verdadeiro eu” na Irlanda ou na Holanda. Vão voltar cheios de histórias para contar. E um novo par de Adidas Tubular, claro.


A informação genética destes rapazes é a junção de vários dos códigos que descrevem as tribos anteriores. Têm a ambição e autoestima de um muppie, mas preferem misturá-la com a criatividade e a intelectualidade de um hipster. As gravatas e os estilos requintados vão buscá-los aos metrossexuais. Gostam de usar barba, mas curtinha, e de fazê-la combinar com óculos de armação vintage muito na moda, mas que nem todos têm coragem de comprar. Nem dinheiro para isso, na verdade. Eles fumam American Spirits em vez de Camel, andam de bicicleta em plena cidade em vez de comprar um Mini Cooper. E não têm medo do dinheiro: usam o necessário para contribuir para o seu intelecto, tal como indicam as imagens que publicam no Facebook onde se leem coisas como “Viajar é a melhor forma de gastar dinheiro e ainda assim sair ganhando”. Em inglês, porque eles são pessoas do mundo.
É um criativo da cidade. Nascer num ambiente que não os valoriza foi um erro cósmico imperdoável do destino. Mas pelo menos têm uns bons coletes que  combinam com as gravatas e uma conta recheada o suficiente para irem em busca de quem são, bons livros para ler e muita cultura para explorar. Correm o mundo a ouvir desde Naughty Boy até Ben Howard, passando claro  por Bon Iver e Example. Nesse aspeto conseguem ser versáteis. Gostam de comer donuts caseiros, não gostam de tatuagens visíveis porque pode limitar a carreira e apostam no Instagram. Mas nem tanto no Twitter.




Foi lá em 2001 quando Jay Z ligou o microfone e cantou “I guess I got my swagger back” numa música chamada “All I Need”. E embora o termo não fosse novo e já estivesse associado à figura de Soulja Boy, de Kanye West, ficou colado a partir desse momento aos rapazes que põem bonés da Obey. Têm um pouco de rap e um pouco de hip hop correndo no sangue, camisetas largas com touca para tapar parte do cabelo e de vez em quando são capazes de ouvir Calvin Harris e Axwell. Como identificar um swagger na rua? Se for parecido com o novo estilo do Justin Bieber já tem potencial para se aproximar de um. Procure por tatuagens: tem o sinal do infinito desenhado no pulso? Tem um piercing relativamente discreto na orelha? Consegue ver a costura das cuecas boxe porque as calças estão largas e o tecido entre as pernas está abaixo do joelho? Então é muito provável que esteja perante um swagger declarado.

A seguir olhe para os pés: tem tênis DC? Anda como se estivesse desfilando e com as pernas ligeiramente arqueadas (de propósito para segurar as calças e evitar que caiam desgraçadamente no meio da rua)? Estão no lugar mais escuro da cidade com óculos de sol ? Confere, é um swagger. Principalmente se achar que a vida deve ser vivida um dia de cada vez – porque “Carpe Diem”.

Proponha uma correção, sugira uma pauta: estilocrispim@gmail.com

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

SOS Pele: Como recuperar depois das festas

Depois dos jantares de Natal, das refeições de três horas na mesa, de longas noites de festa, viagens, feriados e passagem de ano regadas a drinks, você percebeu que a sua pele  precisa de uma intervenção?
Esta temporada de festas foi um excelente bálsamo para a alma. Mas todos os bons drinques, os jantares de Natal, de amigos, de ex-colegas, de amigos de infância, o peru, os salgados, os petiscos, os feriados, as viagens, as noites e a falta de boas e longas horas de sono fizeram (mesmo que ainda não tenha apercebido) um estrago na sua pele. E com tanta festa pela noite fora, consegue jurar que foi fiel à sua rotina de cuidados rotineiros?

Se começou 2016 com a pele desidratada, cheia de acne, avermelhada ou pálida, precisa de um SOS para a voltar a deixar em forma urgentemente. Hoje, quando chegar em casa, tire meia hora para você. Uma boa dose de antioxidantes, vitaminas e tratamentos reparadores vão fazer com que você inicie o ano novo com o pé direito.

Faça uma limpeza e uma esfoliação — Claro que pode optar por fazer um tratamento num salão, mas uma boa limpeza e uma esfoliação em casa já vão ajudar a diminuir os danos causados durante as últimas duas semanas.

Aplique uma máscara calmante — As máscaras vão ser sua boia de salvação porque vão fornecer nutrição profunda e fazer com que a sua pele fique imediatamente com uma aparência aparentemente saudável. Escolha uma que seja calmante, reparadora ou desintoxicante (verde).

Experimente produtos com vitamina C — A Vitamina C fornece uma proteção potente de antioxidantes e é um dos ingredientes número 1 nos cuidados de beleza. Um shot de vitamina C vai aumentar o brilho, suavizar a textura e energizar a pele exatamente na altura em que ela mais precisa.

Alivie as bolsas debaixo dos olhos — É um dos primeiros sinais de que a sua temporada de festas foi selvagem. As rodelas de pepinos e os sacos de chás de camomila são aquelas opções caseiras que, nestas alturas, nos lembramos sempre para desinchar os olhos.

Combata as vermelhidões — Muito álcool, mudanças de temperatura, stress e uma alimentação menos regrada podem gerar picos de vermelhidão que, muitas vezes, resulta em pele seca e manchada. Neste caso, toda a sua limpeza e hidratação tem de ser feita com produtos próprios para a sua pele. O Aloé vera e a camomila, por exemplo, são bons ingredientes curativos que deve procurar.

E não se pode esquecer da acne — Toda a agenda social das últimas semanas pode levar ao aparecimento de algum acne, mesmo que a sua pele não seja propensa a isso. Se for esse o seu caso, produtos com ácido salicílico ou peróxido de benzoíla vão controlar o aparecimento destas lesões, reduzir a inflamação e matar as bactérias que causam acne.

Relaxe a sua pele — Assim como o seu corpo precisa relaxar de todo o stress pós-festas, a pele precisa do mesmo, cosmeticamente falando. É aqui que os antioxidantes entram porque vão reduzir este processo de oxidação celular. Produtos que contenham ingredientes como chá verde ou resveratrol (extrato de semente de uva) vão restaurar o equilíbrio da pele.

Não queremos ser negativos, mas vai ter de fingir — Fazer este detox da pele não fará com que ela fique maravilhosa da noite para o dia e vai demorar algum tempo até a sua pele voltar ao "normal".  Entretanto, pode “fingir” com alguns produtos chave como: um corretivo para esconder as olheiras, um iluminador para dar vida ao rosto e uma base para criar um ar saudável e uniforme para a pele.

Claro que não tem que seguir estes oito passos religiosamente (embora o 1, 2 e 3 sejam obrigatórios). O ideal será perceber o que é que a sua pele mais precisa e fazer um cocktail potente. Se não tem vermelhidões não precisa de Aloé vera mas se se apercebeu de que lhe apareceu uma acne estranha, vale a pena apostar num produto com ácido salicílico.

Os ingredientes com que vai alimentar a sua pele agora são fundamentais para restaurar o equilíbrio que ela precisa depois de duas semanas vivendo constantemente o filme A Ressaca.