terça-feira, 22 de março de 2016

#TRENDS ARMAÇÃO TRANSPARENTE

Óculos. Há quem pense que eles são apenas decorativos. Há quem pense também que eles são coisa de velho e por isso merecem ser trocados pelas lentes de contato. Duas bobagens, na nossa opinião. Os óculos são sim elementos importantes e que merecem um certo cuidado na hora de escolher o modelo ideal. E não, eles não estão associados a idade do usuário. E é por isso que o assunto de hoje são os óculos de armação transparente, que preenchem todos os requisitos citados acima.
Tá certo que os mais conservadores ainda vão preferir modelos mais discretos e tradicionais antes deles, mas optar por desenhos não tão chamativos pode ser uma forma de aderir esse estilo sem fugir muito do padrão. Nem grosso, nem fino. Prefira armações intermediárias, que se encaixam melhor em qualquer formato de rosto. Quanto ao desenho, mesma coisa. Nem redondo, nem quadrado. Arredondados ou quase quadrados são opções mais seguras. Na hora de ver o tamanho da lente, leve em conta o tamanho do rosto e procure adaptar. É importante que a sobrancelha não apareça dentro da lente e nem fique muito para fora da armação.

Por: Gabriel Duarte / Eduardo Lautert



terça-feira, 15 de março de 2016

NIKE AIR MAX BW PREMIUM “BLACK LEATHER”


Se vocês andavam à procura de mais um motivo para comprar um par de tênis, ele está aqui. Chama-se Nike Air Max BW Premium “Black Leather” e chega num design inovador, que mistura o esportivo com o sofisticado.
Desta vez, a marca decidiu fazer uma makeover de luxo ao modelo clássico que ''todos'' já conhecemos, os Nike Air Max BW. Os tênis são cobertos com uma pele suave e premium em preto, com uma sola branca e detalhes finais em vermelho para um look mais ousado e extravagante. Na medida certa!

O modelo integra a coleção Primavera/ Verão 2016. #Euquero

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A NOVA ERA DA MODA MASCULINA


Desfiles, semanas da moda e peças que não têm outra utilidade além de apresentar uma coleção. Tudo isto é posto em causa quando nos cruzamos com criadores como Olivier Rousteing (Balmain) e Rei Kawakubo (Comme des Garçons). Duas marcas distintas, é certo, mas com um elemento comum: a transformação dos desfiles de moda em espetáculos de arte que trazem uma nova abordagem à moda masculina.

As coleções apresentadas recentemente na Semana de Alta Costura de Paris são exemplo. A ruptura de cânones é cada vez mais evidente, num desafio à masculinidade em que o homem sai do lugar das peças práticas e sem emoção. Claro, haverá sempre quem arrisque mais e menos e não estamos aqui para discutir isso. Este post trata, sim, de reconhecer que a moda está cada vez mais sendo usada para passar uma mensagem e, sobretudo, para revolucionar pré-conceitos. Os desfiles de moda masculina transformam-se em espetáculos e isso é incontestável.


A coleção masculina para o outono-inverno 2016/17 apresentou uma mistura antagônica entre o estilo militar e o brilho de peças completamente cobertas por pequenos cristais, numa clara atenção ao pormenor e ao detalhe. Casacos, botas equestres, medalhas bordadas, xadrezes, homens que se transformaram em heróis românticos, na criação de uma verdadeira aristocracia da cultura pop. Perto do final do desfile a música, que até então tinha sido uma mistura alegre de Macklemore e Kanye West, ficou mais sombria, como que numa homenagem a Paris, cidade de tolerância e diversidade cultural.



Uma vez mais o tema da batalha, do antagonismo entre a guerra e a paz. Peças inspiradas em armaduras misturaram-se com flores usadas na cabeça pelos modelos. A coleção explorou claramente o lado conflituoso da masculinidade, num verdadeiro trocadilho visual – peças formais e tradicionais, como blazers com ombros cheios estilo Samurai, foram adornados com mangas estampadas em cores berrantes e, em vez das máscaras aterrorizantes usadas pelos antigos guerreiros japoneses, surgiram coroas de flores na cabeça. No final, modelos vestidos de preto trouxeram buquês de flores, que foram vistos tanto como ofertas de paz como homenagens fúnebres.

Com a segurança reforçada em Paris era impossível não fazer a ligação destes desfiles de moda ao terror que se abateu sobre a cidade. Porque, tal como referido no início deste post, a moda deixa de ser associada ao vazio de conteúdo para ganhar o estatuto de forma de reação a um mundo em crise.




quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Seis dicas para ser uma pessoa mais confiante

Sabia que as pessoas que são ou fingem ser confiantes são mais valorizadas? Admirações alheias à parte, fizemos esse post com dicas para ajuda-los à serem uma pessoa mais confiante.
Não é muito difícil de imaginar que a confiança (ou falta dela) está na base de tudo que fazemos. Ser confiante nos ajuda não só a superar os objetivos traçados, como a sermos mais valorizados por quem importa. Por esses e outros motivos, o site Pick The Brain (dedicado a conteúdos de autoaperfeiçoamento e motivação) reuniu uma lista de sugestões para que a barra de energia da sua confiança fique sempre carregada.

1. Seja menos crítico com si mesmo.
Uma das coisas mais fáceis de encontrar será, muito provavelmente, pessoas muito duras come elas mesmo, que ao mínimo deslize questionam não só as decisões tomadas, mas também as bases da sua personalidade. Como falhar é inevitável na vida, aqui fica uma dica: seja menos crítico, dê a si mesmo uma oportunidade. Um estudo divulgado na publicação acadêmica SAGE mostra que o fato de as pessoas terem compaixão por si próprias numa altura em que confiança é diminuta (depois de cometerem um erro) é meio caminho andado para encontrar motivação. A estratégia em causa provou-se mais eficiente do que recorrer a afirmações positivas ou as memórias felizes.
2. Mude de postura
Não é segredo para ninguém que a linguagem corporal diz muito sobre nós, sobretudo se somos ou não confiantes: se uma pessoa andar curvada ou cruzar os braços com frequência é provável não tenha muita confiança. Outra pesquisa, desta vez disponibilizada na Wiley Online Library, diz que as pessoas que assumem uma postura mais confiante no decorrer de uma atividade sentem-se, de fato, mais confiantes.

3. Crie um alter-ego
Até lutadores de artes marciais são desafiados a superar o medo, pelo que precisam de um reforço de confiança. E como fazem? Criando alter-egos fantasiosos. Isto foi o que descobriu um grupo de sociólogos: durante dois anos fizeram mais de 100 entrevistas e analisaram os medos dos lutadores e a forma como eles agiam. Um dos lutadores chegou a comentar que imaginava a luta como um vídeo-game com barras de energia, sendo que a dele era inesgotável — “É como se eu estivesse no modo invencível”. O desafio do site Pick The Brain é, então, o de criar uma personagem ficcional quando se encontrar numa situação em que os nervos estejam à flor da pele.
4. Convença-se de que é uma pessoa confiante
Um estudo recente vem mostrar que ao enganar-se e convencer-se de que é confiante, os outros vão realmente vê-lo como uma pessoa confiante. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que, quem é confiante em demasia tende a ser sobrestimado pelos outros e vice-versa — a arte de fingir que é confiante pode, então, ajudar a equilibrar a balança das apreciações, até porque as descobertas citadas sugerem que as pessoas nem sempre recompensam os indivíduos mais eficientes, antes os que fingem ser confiantes. A ideia é fazer o uso correto desta observação.
5. Faça exercício físico
Achou que ia escapar desta recomendação? Pois bem, não é preciso recorrer à ciência para perceber que trabalhar o corpo é uma forma de garantir autoconfiança, uma vez que à medida que os exercícios físicos se multiplicam na agenda social, mais contentes ficamos com a nossa imagem externa, pelo que o autor do artigo publicado no Pick The Brain sugere pelo menos 10 minutos de treino por dia.

6. Não conte os seus objetivos a ninguém
Concretizar os objetivos que definiu a médio ou longo prazo é uma das consequências ideais para estimular a autoconfiança. Mas guarde para si esses sonhos, se assim os podermos considerar, enquanto não cruzar a meta. De acordo com esta pesquisa, as pessoas que revelavam os seus objetivos para os outros perdiam motivação para os concretizar. De inicio, a afirmação pode parecer estranha, mas é sempre uma forma eficiente de evitar os pessimistas capazes de nos desencorajar.